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Daniel comenta live com Roupa Nova e diz que virou fã de BTS e Blackpink por influência das filhas

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Por Marília Neves, G1

Enquanto realizava sua live especial de Dia das Mães, no dia 10 de maio, Daniel já pensava em como seria sua próxima apresentação on-line. Durante o show virtual, convidou o grupo Roupa Nova, do qual é fã. E a proposta foi aceita pela banda.

Daniel e Roupa Nova farão a parceria em uma live especial na sexta-feira (12), às 19h, para celebrar o Dia dos Namorados. Com repertório romântico, eles cantarão juntos em boa parte da apresentação.

“Vamos nos moldar e fazer a logística de forma correta quando eu estiver no palco e quando eles estiverem também. Esse sempre foi o ponto fundamental e primordial”, diz Daniel em entrevista ao G1 quando, ao ser questionado sobre o distanciamento em tempos de coronavírus.

Além de falar sobre a live, Daniel contou da vida dele durante a quarentena e comentou o projeto em homenagem a seu ex-parceiro musical, João Paulo, morto em 1997 em um acidente de carro.

“Não temos ainda um formato definido de como se fazer esse projeto. Estávamos com data marcada, mas estávamos formatando. Devido a tudo que aconteceu tivemos que adiar, mas é um projeto que está por vir”, explica o cantor.

Ele ainda falou sobre a nova geração da música romântica e citou artistas de quem se tornou fã por influência das filhas Lara, de 10 anos, e Luiza, de 8: “Dua Lipa, Shawn Mendes, Blackpink, BTS, Ariana Grande e Lady Gaga”.

G1: Quais os cuidados que vão tomar para manter as indicações para evitar disseminação de coronavírus durante a live? Porque, só você com Roupa Nova, já são sete pessoas no mesmo ambiente, né?
Daniel:
 Com certeza, tomaremos todas as precauções possíveis para que realmente todo mundo esteja bem. Essa sempre foi a grande preocupação. A grande vantagem que existe com o Roupa Nova é que em muitos momentos da live poderemos tocar juntos. É como se fosse uma banda, tocando, como já aconteceu com vários outros artistas.

Mantendo o distanciamento, não teremos problemas. A equipe que trabalha conosco é reduzida. Vamos nos moldar e fazer a logística de forma correta quando eu estiver no palco e quando eles estiverem também. Esse sempre foi o ponto fundamental e primordial.

G1: Alguns artistas apostam na continuidade das lives mesmo quando tudo voltar ao normal. Você também acredita nisso?
Daniel:
 Eu não saberia dizer como serão as coisas. Não sabemos nem como será amanhã, né? Nós temos essa tecnologia toda ao nosso redor. Claro que lives vão acontecer. Não sei se a carreira de um artista vai ser resumida em lives, só por meio de lives.

“Eu não consigo ver a carreira de um artista funcionando da forma que tem que ser sem o contato com o público, com as pessoas que acompanham tudo.”

Acho que fica uma coisa um pouco fria demais, mas não descarto a possibilidade das lives estarem existindo. Eu acho que é uma outra maneira, talvez, de estarmos próximos do nosso público.

G1: Falando a indústria da música na pandemia, como você tem enfrentado isso? Não só na sua casa, mas também pensando em seus músicos, em sua produção…
Daniel:
 Poxa, eu vejo um cenário complicadíssimo pela frente com tudo que estamos vivendo. Em todos os sentidos, em todos os setores. Todo mundo foi atingido, todo mundo está sofrendo com tudo isso. Eu vejo, inclusive, campanhas de músicos, de pessoas como a gente, para arrecadação de cestas básicas. Ou seja, está faltando a comida na mesa de muita gente.

Não resta dúvida que o meu setor, vai ser um dos últimos a voltar a uma certa normalidade. Vamos enfrentar ainda uma grande pedreira pela frente. Tenho contato com a minha produção e com meus músicos e, graças a Deus eles estão bem, mas as coisas não podem demorar a voltar a funcionar.

G1: O que tem feito durante a quarentena?
Daniel: 
Tenho ficado em casa e, graças a Deus, que eu posso ficar em casa. Tenho curtido a minha esposa e as minhas filhas, participado ativamente da vida delas, das aulas online que elas estão tendo. E procuramos fazer coisas que possam espairecer as nossas mentes, os nossos corpos.

Que bom que temos a possibilidade de fazer exercícios, de ter um terreno um pouco maior, tem gente que nem quintal tem, tem gente que nem casa tem. Então eu sou um privilegiado, para falar a verdade, porque estamos com saúde, estamos bem, estamos juntos.

Estamos conscientes de que tudo isso que estamos vivendo tem que fazer da gente pessoas melhores. Que a gente consiga ser melhor lá na frente e levar isso como uma grande escola, pro resto de nossas vidas.

G1: Como tem sido o momento das suas filhas nos estudos?
Daniel: 
Eu participo de tudo. Estamos nos aperfeiçoando nesse sentido. Existe um pouco de estresse por parte delas, que eu acho que é normal, né? Porque é diferente de você ter o professor, de você ter os seus amigos ali do seu lado, dentro da sala de aula.

Mas enfim, é o momento que estamos vivendo, então eu volto a dizer: que bom que elas têm a possibilidade de aulas online. Quantas e quantas crianças que não tem essa mesma possibilidade.

G1: Como você vê o romantismo na nova geração musical? Quem aposta como ícone das próximas gerações?
Daniel: 
Olha, o mais importante é que eu vejo o romantismo presente da forma deles, dentro das características de cada um, dentro da sua maneira de falar de amor. Existem muitos bons artistas hoje, que estão aparecendo, que já são sucesso e que eu acredito que seguirão presentes para outras gerações, como Luan Santana, Marcos & Belutti, que eu adoro. Acho uma referência, musicalmente falando, e falam de amor como ninguém.

“Agora, se for para ter um feedback pelas minhas filhas, por exemplo, eu indicaria o Shawn Mendes, que acho que é um dos grandes ícones hoje e que vai ultrapassar outras gerações também. Ed Sheeran… São muitos artistas que estão chegando pra ficar.”

E eu vejo uma potencialidade grande em pessoas que nem surgiram ainda para o grande público, que eu acompanho pela internet, em alguns concursos de voz. Tem meninas e meninos aí com um grande potencial para construir uma grande história se quiser seguir uma carreira artística.

G1: O que tem ouvido de novos artistas?
Daniel: 
Eu ouço de tudo, sou bem eclético, acompanho tudo de perto. Vou citar o nome de dois artistas que eu acho muito interessantes: Edy Brito & Samuel, acho uma superdupla.

Dentro de casa, talvez até pela influência das meninas, eu tenho ouvido muito Pink, que eu adoro e virei fã de carteirinha, Dua Lipa, Shawn Mendes, Blackpink, BTS, Ariana Grande, Lady Gaga… Eu tenho ouvido de tudo.

Eu gosto de música. O mais importante pra mim é a música ser legal, a música ser boa. E, lógico, se casada com um artista que cante bem, melhor ainda.

G1: Você fará um projeto em homenagem a João Paulo. Como será isso?
Daniel: 
Esse projeto já está há um tempo em nossa memória, porque eu vejo aquela época áurea de João Paulo & Daniel um momento de muita influência para muitos artistas que hoje se tornaram sucesso, que conseguiram trilhar uma história.

Então esses meninos ma falam ‘poxa, por que não fazer um projeto com canções de João Paulo & Daniel, daquela época?’. Foi aí que surgiu a ideia de concretizar isso. Convidando alguns desses artistas e personagens importantes na minha história também. E vai ser assim. Relembrando aquele momento tão significante na minha vida artística e reflexo na vida de muitos outros.

Que bom saber que deixamos um pequeno legado plantado no coração desse pessoal todo, que conseguimos marcar aquele momento tão importante da nossa vida.

Fonte: G1 

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